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| Encontro do dia 04/10: exposição da Profa. Cristiani sobre a Feira das Eletivas no Centro de Excelência Prof. Hamilton Alves Rocha. |
a. O trabalho em equipe, segundo Nóvoa (2011), é um dos fatores que contribui para assegurar a aprendizagem e o desenvolvimento profissional docente. Além deste fator, que outros você mencionaria? Justifique.
b. A pesquisa como caminho para a emancipação dos docentes. Você concorda (ou não) com esta assertiva? Comente.
c. Reflexões sistemáticas sobre a prática e a formação profissional são necessárias aos professores e futuros professores. Dê a sua opinião sobre o quanto e como o Pibid tem contribuído para que isso se efetive.
Tenham todos uma excelente semana e até breve.
Atenciosamente,
Profa. Ana Lúcia e Profa. Ana Karina

Bolsista: Natan Marques dos Santos
ResponderExcluira. No ensino médio, tive professores que davam aulas cansativas e desestimulantes. Reconheço que um dos fatores disso ter acontecido era a falta de recursos e estrutura da escola. Mas eu também via uma coisa nos docentes que influenciava na sala de aula: alguns não procuravam inovar suas aulas. Eles simplesmente davam e explicavam conteúdos. As aulas eram assim. Nada de novo. Muitos professores se formam, passam num consurso e seguem suas carreiras fazendo o básico nas escolas: só estudam aquele conteúdo que vão passar na sala. Com isso, acredito que um dos fatores para o desenvolvimento do docente é não se limitar ao conteúdo que é pedido nos colégios. Ele não deve deixar de ser um cientista quando termina a graduação. A pesquisa e a busca pela inovação deve ser contínua, criando assim outras maneiras de ensinar, se atualizando e se adequando as necessidades dos alunos.
b. Concordo. A pesquisa é uma ferramenta que pode ultrapassar a velha rotina nas escolas. Ela é capaz de criar novas formas de ensino. Essa ferramenta também é fonte coletiva que torna tanto o docente quanto o discente indivíduos críticos. Podemos ver exemplos de sociedades evoluídas politicamente, socialmente e economicamente, como a Coreia do Sul
- (https://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-06-05/investimento-e-disciplina-fizeram-da-coreia-do-sul-uma-campea-em-educacao.html)
- (https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/coreia-do-sul-deu-salto-ao-priorizar-ensino-basico--ao-contrario-do-brasil-0t7zs2apxhtbspap3kdhdbvii/)
E Finlândia
- (https://exame.abril.com.br/revista-exame/o-valor-da-educacao/)
- (http://glo.bo/16dKM06)
São países super desenvolvidos que cada vez mais usam seu PIB investindo em pesquisa desde o ensino médio ao superior.
c. O Pibid tem contribuído muito, apresentando livros de diversos cientistas da educação, como Paulo Freire, incentivando reflexões sobre a formação profissional dos docentes. Na prática, o Pibid leva o futuro professor à escola, para que ele aprenda a refletir sobre como ensinar e como se adequar as necessidades particulares de cada aluno e como desenvolver o senso crítico. O programa também faz o futuro docente refletir sobre a contínua formação da licenciatura e mostra o quão é importante a pesquisa.
Links sobre a educação na Coreia do Sul:
Excluirhttps://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-06-05/investimento-e-disciplina-fizeram-da-coreia-do-sul-uma-campea-em-educacao.html
https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/coreia-do-sul-deu-salto-ao-priorizar-ensino-basico--ao-contrario-do-brasil-0t7zs2apxhtbspap3kdhdbvii/
Links sobre a educação na Finlândia
https://exame.abril.com.br/revista-exame/o-valor-da-educacao/
http://glo.bo/16dKM06
Obrigada por compartilhar seus conhecimentos, Natan! Também acho interessante nos espelharmos em países desenvolvidos para melhorar a educação do nosso país.
ExcluirA gente só precisa de boa vontade de quem tem o poder nas mãos: os políticos.
ExcluirEm relação aos investimentos, realmente cabe a eles. Mas acredito que nós também podemos fazer a nossa parte, pois, na sala de aula, o poder está nas mãos do professor e dos alunos.
ExcluirPerfeito, Suzan! Em relação aos investimentos, devemos trabalhar para desenvolver o senso crítico dos alunos. Dentro desse senso crítico, podemos também desenvolver uma "consciência política" nos discentes, mostrando-os a importância de se interessar por política com o intuito de mudar a sociedade. Afinal, tudo é política.
ExcluirExatamente! Precisamos ampliar a visão dos nossos futuros alunos, até porque nossa missão é formar cidadãos.
ExcluirPerfeitas análises, pessoal!
ExcluirAcredito que o Pibid é uma das mais eficientes ferramentas que proporciona o contato dos estudantes com a vida docente. É a partir das experiências obtidas nesse programa que podemos identificar e realizar melhorias no cenário educacional brasileiro, o qual sabermos ser falho.
No tocante das pesquisas, afirmo que elas são o combustível para elaborar e incentivar a criticidade dos estudantes. Se tomarmos como base o PIBIC oferecido pela UFS e outros programas de pesquisa presentes nos campos de formação acadêmica, podemos perceber o grau de influência que elas exercem na vida do discente. Bem como, o aumento da visão de mundo e criticidade.
ExcluirUm dos meus pontos de vistas que fazem referência com as inovações e melhorias na educação é defender a seguinte ideia:
Desde os primeiros períodos da graduação de qualquer curso já existir programas e oportunidades que tragam para o formando o contato de imediado com um provável campo de atuação. Como por exemplo, os "benefícios" que nós participantes do projeto Pibid estamos adquirindo com esse trablho de debates, pesquisas, leituras, encontros e outros afins. Acredito que de alguma forma esse contato com as práticas docentes e atividades na Ufs possam proporcionar maiores experiências para efetuar um trabalho de forma positiva nas inovações e melhorias no sistema educacional.
Natan, gostei muito dos seus comentários, em especial a experiência que você compartilhou. Posso dizer que durante toda a educação básica, quase todos os professores tinham essa atitude de ministrar aulas sempre na mesmice. Quando eu encontrava um professor ou outro que adaptava suas aulas, fazia dinâmicas, se autoavaliava para estar sempre inovando, a alegria era sem igual. Acredito que você compartilha isso também.
ExcluirConcordo plenamente com o seu comentário sobre o valor da pesquisa, Natan! Sendo pesquisadores, podemos estar sempre descobrindo dados novos e aplicando em nossas salas de aula. Assim, estaremos em um processo contínuo de descoberta a respeito da eficiência dos métodos pesquisados.
ExcluirA- Cada aluno possui seu estilo de aprendizagem. Assim, cabe ao docente desenvolver seu plano de aula pautado em atividades que contemplem todos os alunos e promovam seu desenvolvimento. O uso da tecnologia pode ser levado em consideração uma vez que a mesma proporciona ao aluno o papel de sujeito ativo na construção e/ou desenvolvimento da aprendizagem.
ResponderExcluirB- A pesquisa pode ser um caminho para emancipação do docente uma vez que a mesma propicia ao profissional o estudo de aspectos presentes em seu campo de trabalho. Com isso, ele terá uma noção ampla dos meios pelos quais irá desenvolver sua aula, construindo também a emancipação do seu aluno.
C- O PIBID auxilia o discente no tocante ao estudo de seu futuro campo de atuação mas focado em perspectivas que vão além as do estágio. O discente trabalha ao lado dos atuais professores das escolas públicas e ao mesmo tempo tem suporte dos seus professores universitários. Assim, há uma parceria escola e universidade tanto no desenvolvimento de seus alunos quanto na promoção do ensino da Língua Inglesa no cenário das escolas públicas sergipanas.
Bolsista: Natan Marques dos Santos
ExcluirOlá Teylon! Gostei muito da sua resposta da letra A. Acredito que o uso da tecnologia é essencial para o docente se desenvolver nos dias atuais. O Letramento Digital pode se relacionar também à ideia de inclusão social, pois, isso transforma o aluno como sujeito ativo na construção do seu desenvolvimento pessoal, como você mencionou.
Concordo com você, Teylon! A pesquisa emancipa tanto o professor quanto os alunos, pois promove o desenvolvimento de novos métodos de ensino e aprendizagem.
ExcluirMuito interessante os seus comentários, Teylon! Achei que você pontuou muito bem quando disse a parceria entre escola e universidade trazida pelo PIBID, isso colabora para que tenhamos a ponte e não o abismo.
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirBolsista: Gabrielle Nascimento Costa
ResponderExcluirA: Dentre os vários requesitos para a formação de professor as competências necessárias sitadas por Vera Menezes em seu
texto me chamou atenção pois mostra que o foco não precisa necessáriamente ser na prática em si e sim que outros fatores
internos e externos refletem no modo como se formam esses profissionais. A competência teorica, que são os conhecimentos
adquiridos são de suma importância para as aulas expositivas. A linguístico-comunicativa aproxima o docente do discente
conforme o profissional se adequa a linguagem e se aproxima do mundo daquele individuo facilitando a aprendizagem. Além das experiências
pessoais do indivíduo que também influência no seu comportamento em sala, adquiridas com experiências de aulas com outros
professores, cursos, leituras e entre outras formas.
B: Concordo, uma vez que a pesquisa contribui para a construção crítica do indivíduo acerca dos assuntos
voltados para o ensino e entre outros. Essa prática amplia o conhecimento do docente, fazendo com que ele
absorva novas ideias e não fique limitado somente aquilo que lhe é apresentado. A melhoria das práticas
educacionais muitas vezes se da pela inovação dos métodos de ensino, muitos deles advindos de outras nacionalidades
(como citou o colega Natan em seu comentário) é por isso que a pesquisa é essencial para a educação e formação tanto de docentes
quanto de discentes.
C: O Pibid é importante para analisarmos e discutirmos sobre temas que muitas vezes passam despercebidos e outros considerados
normais porém são falhos, o progama ajuda na formação de modo a problematizar e questionar os métodos de ensino existentes
buscando sempre o melhor para o aluno. Muitos professores acabam se tornando meros transferidores de conhecimento promovendo ainda
mais o "ensino bancário" como diz Paulo Freire, isso porque não tiveram o incentivo da pesquisa, o olhar critico sob
o sistema de ensino e projetos para ampliar o conhecimento durante a sua formação profissional.
Gostei da sua afirmação no item C, Gabi. Nossas reflexões tem o objetivo de buscar o melhor para nossos futuros alunos, rejeitando ensino bancário e desenvolvendo o senso crítico.
ExcluirOlá Gabi, achei intereressante o que você abordou:
Excluir"conforme o profissional se adequa a linguagem e se aproxima do mundo daquele individuo facilitando a aprendizagem."
Acredito que o professor deve se aproximar do "linguajar" dos alunos. Assim, ele poderá desenvolver novos métodos de aprendizagem de acordo com a situação dos discentes.
Boa tarde, Gabi!
ExcluirEm uma das suas frases na primeira análise, repercutiu-me uma análise a qual Paulo Freire nos mostrou na leitura do livro já discutido.
"...Além das experiências pessoais do indivíduo que também influência no seu comportamento em sala..."
Com essa sua afirmação, ressalto a importância dos professores se preocuparem e reflitirem em como a sua disciplina é enxergada (Ideia discutida pelo o Freire) e está sendo passada para os alunos. Logo, trazendo um maior equilíbrio no sistema relação professor e aluno.
Olá Gabi!
ExcluirSuper concordo quando você diz, no item C, que o "Pibid é importante para analisarmos e discutirmos sobre temas que muitas vezes passam despercebidos", pois muitas vezes, ao longo das disciplinas do curso, não temos tanto espaço para tais discussões, seja pelo tempo ou pela própria estrutura curricular que não dá espaço para tal. Então acredito que o Pibid está sendo uma grande oportunidade para que tenhamos tais discussões acerca da educação, bem como esse contato direto com as escolas, e até mesmo para repensarmos sobre o modelo de ensino superior ao qual estamos inseridos.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirA. O uso da criatividade na sala de aula, além de ser uma forma lúdica de aprendizagem, estimula o desenvolvimento profissional do docente. Uma das qualidades que mais admiro em um educador é a capacidade de ensinar de forma criativa, divertindo enquanto educa. Eu tive a oportunidade de encontrar alguns professores que me proporcionaram o prazer de aprender e sou imensamente grata a eles. Espero ser capaz de transmitir essa mesma sensação para meus futuros alunos.
ResponderExcluirB. Assim como na reunião do dia 27/09, mais uma vez faço uso das palavras de Paulo Freire: Todo professor é um pesquisador. A pesquisa faz parte da natureza da prática docente. Portanto, faz-se necessário que o professor se perceba e se assuma como pesquisador. A pesquisa desempenha um papel fundamental na formação contínua do docente, pois o leva à refletir sobre suas práticas e, consequentemente, o liberta de práticas tradicionais ultrapassadas. Através disso, professor e aluno são beneficiados, pois vivenciam novas experiências em sala de aula. Eu diria que a pesquisa não só emancipa os docentes como também renova a educação.
C. Através do Pibid, os professores supervisores, os futuros docentes e as coordenadoras têm compartilhado ideias e opiniões bastante edificantes. Essas contribuições com certeza farão uma grande diferença na nossa formação. Além disso, os textos indicados pelas coordenadoras promovem reflexões profundas sobre a docência, o que me instiga a buscar ainda mais para que eu possa acrescentar tanto na minha formação quanto na formação dos meus colegas. Espero que esse intercâmbio de ideias nos aproxime mais para que possamos aprender e crescer juntos.
Susan, vou me valer de um pensamento do crítico literário Roland Barthes para formular minha primeira questão. Barthes é famoso pela sua filosofia de prazer e fruição do texto literário. Sendo o prazer a reiteração, confirmação das expectativas do leitor, que aqui associo à o que o aluno poderá achar divertido, e a fruição como sendo a surpresa causada por desconfirmar, desestabilizar o leitor, que aqui associo à o que o aluno considera uma aula chama, mas cujo conhecimento lhe seria de alguma importância. Meu ponto é: se devemos, como professores, pensar que o ensino seja essencialmente divertido? Sei que você não usou o essencialmente, tão pouco acho que acredite que todas as aulas possam ou devam ser criativas, inovadoras e divertidas, mas gostaria de saber quanta importância você acredita que há nesse tradicionalismo em alguns momentos.
ExcluirA segunda questão achou por ficar implícita na primeira, mas a questão era justamente que valor tem o tradicionalismo no ensino.
ExcluirOlá Suzan!
ExcluirTambém compartilho da sua visão sobre sermos criativos ao ensinar, bem como estimularmos a criatividade nos nossos alunos, pois acredito que aulas pautadas em um modelo de ensino mais tradicional acaba limitando a visão e o senso estético dos alunos, que por fim saem da escola com sua imaginação e criatividade "castradas". Além disso, ao nos permitirmos ensinar de forma lúdica, nos aproximamos mais do universo dos nossos alunos, uma vez que estamos falando de crianças e adolescentes, que naturalmente já possuem essa criatividade aflorada. Acho que essa discussão se aproxima bastante de quando Paulo Freire nos fala sobre a curiosidade do educando: “o educador que ‘castra’ a curiosidade do educando em nome da eficácia da memorização mecânica do ensino dos conteúdos, tolhe a liberdade do educando, a sua capacidade de aventurar-se. Não forma, domestica” (FREIRE, 1996, p. 63).
Hey, Suzan! Que bom comentário a respeito da criatividade que você fez no item "A". Inclusive, compartilho dessa mesma vontade que você de proporcionar um aprendizado criativo aos meus futuros alunos, já que, como você, tive alguns professores que passaram seu conhecimento de uma maneira muito prazerosa, mas, infelizmente, fizeram parte da minoria.
ExcluirOlá, Matheus! Obrigada pelo questionamento. Vou usar uma experiência minha para respondê-lo. Eu tive um professor de inglês que me inspirou de uma tal maneira que contribuiu para a escolha do meu curso. A paixão dele pelo idioma era visível e me motivava a aprender. As aulas eram dinâmicas e criativas, as vezes ele levava o violão e nos ensinava verb to be com músicas dos Beatles, ao invés da tradução de palavras ele nos fazia entender o significado em inglês, levava jogos, criava situações cotidianas para que a gente praticasse um inglês mais próximo da realidade (o que os livros didáticos nem sempre conseguem fazer). É claro que nem todas as aulas eram extraordinárias, algumas eram mais focadas na gramática, nos exercícios e provas, que também tem seu valor e devem ser levadas em consideração no processo de aprendizagem. No entanto, o professor nos cativou tanto que, mesmo nessas aulas consideradas chatas, ele conseguia nossa atenção e esforço. Portanto, acredito que esse é o caminho, cativar os alunos para que experimentem o idioma e então, quando tivermos que ensinar de forma tradicional, eles terão uma motivação para continuar aprendendo. Funcionou comigo e espero que funcione com meus futuros alunos. Se não funcionar, continuarei experimentando novos métodos.
ExcluirQue citação maravilhosa, Silmara! Obrigada por compartilhar. Assim como você, acredito que temos a missão de inspirar e motivar nossos alunos mostrando-lhes seu potencial.
ExcluirVerdade, Vivian. Infelizmente, esses professores são a minoria. Mas nós fazemos parte de uma nova geração de professores que vão mudar a realidade da educação nas nossas escolas.
ExcluirBoa tarde, pessoal!
ExcluirSuzan, essa sua seguinte frase instigou aqui uma boa refexão:
"...professor e aluno são beneficiados, pois vivenciam novas experiências em sala de aula..."
E me trouxe uma análise em pensarmos o quanto os educadores precisam apresentar uma relação de domínio para com as suas disciplinas, mostrando assim, articular um ambiente cada vez mais harmonioso e repleto de aprendizados. Vale ressaltar também, que esse seu comentário traz em questão "o real papel do professor, bem como a sua conexão com o campo de trabalho".
Voluntária: Deborah Teles de Meneses Gonçalves
ResponderExcluirA.Além da reflexão da experiência pessoal partilhada entre os colegas docentes para estimular o debate e a reflexão global não só como profissional, mas também como aluno, como sugerida por Antonio Nóvoa, acedito que é de extrema relevância manter-se atualizado sobre as novas metodologias de ensino; reciclar os antigos e adicionar novos conhecimentos a bagagem teórica; não desvincular-se da ponte estabelecida com a pesquisa acadêmico-cientifica uma vez que adentra o mercado de trabalho; especializar-se em sua área de escolha; e desenvolver práticas pedagógicas mais eficientes de acordo com a observação das turmas e dos alunos. Penso ser de suma importância tanto para o indivíduo como profissional e como “eterno aprendiz”, pois estará crescendo constantemente nesses âmbitos e não preso numa inércia nociva ao prosseguimento do seu trabalho; quanto para honrar e manter o compromisso que foi estabelecido com a educação e com os seus discentes ao graduar-se numa licenciatura e escolher seguir a carreira de professor.
B.Concordo, pois como explanado por João Telles no texto ““É pesquisa, é? A não, não quero, não, bem!”: Sobre Pesquisa acadêmica e sua relação com a prática do professor de línguas.” a maioria dos docentes fecha as portas de suas respectivas salas de aula quando perguntados sobre a participação em pesquisas pois estão habituados ao lugar de sujeito/objeto estabelecido a eles pelo pesquisador, anulando assim suas contribuições ativas. Portanto, havendo a mudança dessa relação, e tornando a pesquisa uma espécie de contribuição coletiva onde ambos (tanto o pesquisador quanto o docente) possam assumir o papel de agente, essa situação de “portas fechadas” mudará gradativamente. Pois a pesquisa não mais trará, atrelada a si mesma, a ideia de análise-julgamento externo dos métodos e práticas daquele determinado docente ou do seu ambiente de trabalho, ela será transformada num autoestudo que por consequência irá gerar o autoconhecimento e contribuirá para a tão falada –e por vezes, utópica– emancipação. Permitindo que num futuro, esse mesmo docente, possa produzir conteúdo cientifico sozinho usando sua experiência e visão interna do sistema educacional e da própria prática pedagógica.
C.Ao meu ver, o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) não só insere o bolsista/voluntário numa experiência empírica do que consiste ser um profissional da educação, como também promove o acompanhamento e a fomentação de reflexões individuais e discussões coletivas a respeito do ser professor e também do ser aluno, da linha ensino-aprendizagem e as práticas pedagógicas e metodologias de ensino envolvidas durante esse processo, além de iniciar o contato com as burocracias por trás dessa profissão. Sendo essas pautas extremamente construtivas quando pensadas e debatidas, permitem assim, que o graduando/licenciando, a partir do conhecimento adquirido e do vislumbre da vivência, possa utilizar desses meios tanto para crescer academicamente e se tornar um profissional melhor quanto até mesmo perceber que essa não é a carreira que de fato deseja seguir.
Olá Deborah!
ExcluirGostei muito do seu item C, pois também acho que o projeto de iniciação à docência é também uma chance de descobrir-se como profissional, se quer ou não seguir carreira, vemos muitos casos de pessoas que não se sentem confortáveis na profissão após o contato com a escola, e o projeto nos proporciona ter esse contato e como você mesma falou ter conhecimento sobre certas burocracias que são aspectos relevantes para se conhecer.
Olá, Deborah Gonçalves. Gostei e Concordo com o que você apresentou no item "a".
ExcluirA docência é um compromisso, devemos nos manter atualizados, pensar e repensar nossas práticas pedagógicas. Isso porque como diz Paulo Freire somos seres inacabados, porém conscientes desse inacabamento podemos e, digo, devemos ir mais além dele.
Hello girls!
ExcluirTambém gostei bastante do seu item A Deborah. Acredito que devemos sempre nos atualizar sobre novas metodologias de ensino, ao invés de ficarmos repetindo sempre o mesmo modelo pedagógico, como muitos profissionais acabam fazendo. Concordo também que devemos nos especializar de acordo com o que desejamos trabalhar, pois a graduação é apenas o passo inicial para quem deseja seguir nessa vida acadêmica.
Olá, Vitória!
ExcluirExatamente. E acho interessante que isso seja abordado ainda no início da graduação, visto que pra concorrer a bolsa/voluntariado no PIBID é preciso ter menos de 50% do curso concluído, pois qualquer dúvida que possa existir já tem uma probabilidade muito grande de ser sanada. Além disso, o contato prático se dando desde cedo, ajuda o graduando a se situar melhor quando chegar aos períodos onde o estágio supervisionado se torna obrigatório.
Olá, Luiza e Silmara!
ExcluirÉ isso, os tempos (e consequentemente as escola, turmas e alunos) mudam, por isso é de extrema importância que estejamos disposto a mudar (de preferência, pra melhor) também, ou ficaremos para trás e transmitiremos esse atraso para as nossas salas de aula.
Quanto as especializações, penso ser importante pro próprio profissional, para que possa trabalhar na área que mais se identifica e assim se dedicar com maior gosto.
A) Como diz Nóvoa, “Novas práticas de ensino só nascem com a recusa do individualismo”. Trata-se de pensar no outro, trabalhar com e para o outro, construindo uma cultura de cooperação. Mas, além do trabalho em grupo, acredito que é preciso combater a simples reprodução das práticas de ensino. É preciso estar sempre atento às necessidades de transformação no âmbito escolar, procurando novos métodos de trabalho e aperfeiçoando a prática proficional.
ResponderExcluirB) Também concordo que a pesquisa seja um caminho para a emancipação docente, desde que ele se coloque em avaliação e possa desenvolver uma prática de reflexão no diz respeito ao seu trabalho. Dessa forma, o professor poderá detectar o que há de positivo em sua prática docente e o que poderá melhorar para beneficiar seus alunos.
C) O PIBID tem sido de suma importância no início da minha formação como docente. As discussões, tendo como base nomes de grandes educadores como, Paulo Freire e Antônio Nóvoa (o qual acabei de conhecer), de fato, tem provocado grandes reflexões às respeito de que tipo de profissional eu pretendo ser e de que maneira eu vou lidar com meus futuros alunos. Além disso, o PIBID tem nos proporcionado experiências importantes para um docente em formação. Conhecer de perto o âmbito escolar com outros olhos (agora com olhos de educador, não mais de aluno), bem como a metodologia dos nossos supervisores, é algo enriquecedor.
Olá, Rita! Achei muito interessante sua terceira resposta. Realmente o PIBID nos proporciona um novo olhar para o âmbito escolar,além de nos fazer uma ponte entre os alunos, escola e docentes.
ExcluirOlá Rita,concordo com as suas observações; pois o trabalho em grupo é importante para a construção de novas perspectivas acerca do ensino de língua inglesa,porquê reúne um conjunto de novas ideias que juntas são potencializadas afim de se alcançar o bem em comum para todos , isso significa dizer que a cooperação nos dias atuais faz toda a diferença em todos os setores,principalmente na educação pública.
ExcluirIsso mesmo, Rita. Como você disse no item "C", o PIBID também tem sido importante para todos nós, uma vez que, temos a oportunidade de estar no nosso futuro ambiente de trabalho, mesmo ainda sendo discentes já podemos ver esse lugar com olhos diferentes aos de antes.
ExcluirA) Além do trabalho em equipe que deve existir, pois a construção de significados em sala de aula é essencial, focalizo na questão de uma educação voltada a uma aprendizagem significativa, esta que me fez ter outra visão acerca do ensino, enfatizo esse quesito por considerar o conhecimento do aluno algo importante, o que leva à uma metodologia de ensino/aprendizagem que não é desconectada do aluno, usando táticas que se relacionem aos interesses dos alunos. Creio que o professor, como um mediador, pode construir situações em sala de aula, com algo novo e que chame a atenção daquele estudante.
ResponderExcluirAssim como visto no livro de Paulo Freire, estimular uma aprendizagem com significados, seria estimular a curiosidade, o que está relacionado diretamente à sua atuação, o conhecimento torna-se um construto, no qual professores e alunos trabalham.
O fator construtivo, que faz o aluno trabalhar no processo, não pode ser separado do reforço da capacidade crítica do estudante, que o professor deve incentivar, portanto, creio que como profissionais devemos tornar a sala de aula um ambiente favorável e diversificado para despertar a curiosidade do estudante.
B) Por ter sido uma leitura muito rica, sempre retomo as palavras de Paulo Freire “ensinar exige pesquisa, não há ensino sem pesquisa e vice-versa”/ “a curiosidade torna-se curiosidade epistemológica”. Concordo que a pesquisa é um caminho para a emancipação, uma vez que, como futuros docentes, no ato da pesquisa aprendemos, levando em consideração que nós sempre aprendemos antes de ensinar, a pesquisa é de suma importância, pois o conhecimento adquirido passa a ganhar outras formas que serão repassadas, pesquisar é investir no crescimento profissional e pessoal. Por este motivo, uma frase do artigo de João A. Telles chamou minha atenção “a pesquisa em educação, deve ser provocadora de reflexões, deve tentar explicar não um mundo pré-fabricado, mas um mundo em constante processo de construção”, dessa forma como o mundo é dinâmico, as pessoas, por conseguinte também são, logo, a pesquisa proporciona algo que é intrínseco ao ser humano, o desejo de descobrir que implica em aprender.
À vista disso, lembrei-me de um dos debates sobre a questão da pesquisa, na qual entramos em aspectos do próprio projeto, e uma das frases que lembro foi “somos pesquisadores, já que procuramos teorizar as práticas do ensino de língua estrangeira em escola pública”.
C) O PIBID tem sido uma experiência enriquecedora, não só pelas leituras realizadas e debates sobre as peculiaridades da docência, mas também pelos levantamentos para a reflexão da mesma e sobre nossa conduta como futuros profissionais do ensino, alargando nossa visão acerca do ambiente escolar, sobre as falhas e acertos das práticas de ensino, o que precisa ser mudado, uma vez que, vamos lidar com uma nova geração, vendo que o ensino nunca fica restringido a sala de aula, pois há uma relação entre o ensino e os aspectos culturais, históricos e sociais.
Desse modo, com o projeto podemos nos descobrir como professores, vendo também que a educação e cidadania são conceitos que se unem, pois o professor não ensina somente o conteúdo, ele forma um indivíduo para que este possa exercer sua cidadania, portanto, o projeto aumenta significativamente o nosso conhecimento na busca por uma capacitação, para que sejamos aptos a ensinar com qualidade.
Olá, Vitória.
ExcluirTenho tido aulas com um professor que, diferente da maioria de nós, discorda sobre o professor no papel de mediador e, esse mesmo professor, trata pelo sentido primeiro da palavra, que é professar, deter o conhecimento e passar; as aulas e discussões com esse professor tem sido de valia no ponto que ele coloca em cheque o que acredito. E, fazendo uma concessão, acredito que ele tem certa razão, que é: apesar do professor não ser, simplesmente, o de mediar a aprendizagem, acredito que há um pouco mais envolvido, sobre o professor ser um curador num mundo pós-moderno exasperadamente carregado de informações. Ainda remetendo a esse tal professor, ele costuma falar sobre o papel clássico do professor, que seria o de repositório do conhecimento, figura central da aprendizagem. É claro que, hoje em dia, o professor já não representa o melhor repositório de conhecimento, mas alguém que sabe bem trabalhar com esses repositórios. Minha questão, na verdade, e desculpe por ser tão prolixo, se acha que podemos e devemos refletir sobre o papel de mediação, de curadoria o clássico de repositório de conhecimento e se podemos extrair daí coisas para além de nossas crenças e ideologias?
Olá Vitória e Matheus!
ExcluirSobre essa questão do professor como mediador, tendo a concordar com Vitória, pois acredito que, principalmente hoje em dia, na era da informação e tecnologia, o papel do professor seria mais interessante enquanto mediador de toda essa informação disponível aos alunos, do que enquanto "transferidor de conhecimentos", principalmente ao levarmos em consideração uma aprendizagem ativa do educando bem como o desenvolvimento de sua autonomia e senso crítico, como nos fala Freire.
Ainda sobre essa questão, gosto bastante da posição do educador português José Pacheco, da Escola da Ponte, que afirma justamente que o professor deve mediar os conteúdos a serem levantados pelos próprios estudantes, como funciona na escola citada. Assim, os alunos dispõem de autonomia, liberdade, e desenvolvem sua curiosidade, senso crítico, etc. Deixarei aqui uns links sobre esse projeto, para quem tiver interesse em dar uma olhada, garanto que será muito enriquecedor!
https://novaescola.org.br/conteudo/335/jose-pacheco-e-a-escola-da-ponte
https://www.revistaforum.com.br/entrevista-com-jose-pacheco-da-escola-da-ponte-o-professor-deve-ser-um-mediador-de-conhecimentos/
http://www.cartaeducacao.com.br/entrevistas/esta-escola-nao-serve/
Olá, Silmara. Minha questão é: como em um ambiente tão fragmentado como, por exemplo, nosso atual repositório mor de conhecimento (a internet), podemos deixar como responsabilidade dos alunos a curadoria de conteúdo? Concordo com você e Vitória sobre como a autonomia do aluno pode ser estimulante, mas não sei o quanto podemos colocar o professor no papel de mediação quando seremos, como professores, formadores de opinião. Parece-me que a ideia de que seja do aluno o papel de decidir, por exemplo, que texto será discutido em uma aula de inglês, pode limitar uma discussão, restringir a temas que já estão diariamente em contato com aluno, mas nunca os trazendo conteúdos novos, que coloquem em cheque o que nossos alunos acreditam. Desculpem por fazer o papel de questionar de forma aparentemente discordante, quase de advogado do diabo, mas creio que seja uma questão pertinente, ainda mais no mundo de bolhas e reafirmações opinativas que vivemos.
ExcluirOlá Matheus!
ExcluirRespondendo a sua pergunta, creio que podemos extrair sim coisas para além de nossas ideologias com o ensino tradicional, no qual o professor tem o domínio da palavra, porém quero enfatizar que, em minha concepção, justamente pela quantidade de informações que temos, aquele ensino já não funciona, o mundo muda e por consequência o ensino deve ser reformulado, claro que isso não quer dizer que o aluno deve escolher o que estudar, mas que o aluno e o professor podem procurar um caminho no qual ambos avancem, tanto o professor terá facilidade em trabalhar um conteúdo de uma forma que cative mais os alunos, como os mesmos terão mais prazer ao estudar, a questão não é inverter papéis ou deixar um dos lados com maior poder de fala, mas construir, a aula deve ser explicada e entendida, só assim, em minha concepção, é possível ensinar.
Olá, Vitória Nascimento.
Excluir"...pois o professor não ensina somente o conteúdo, ele forma um indivíduo para que este possa exercer sua cidadania..."
Essa sua afirmação me fez refletir sobre o quanto o papel do professor é fundamental em todas esferas sociais. Se pensarmos no quesito cidadão e ética, podemos afirmar e pensar que elém da tranformação e construção do conteúdo junto com os discentes, o professor exerce um grande significado na construção da vida do discente. Importante prepará-lo para a vida.
Bolsista: Rafael da Silva Santos
ResponderExcluirA. Como dito pelos colegas acima é preciso fugir do ensino engessado, não usar como timão práticas metodológicas que impeçam o desenvolvimento da criticidade, do aprendizado significativo, da sede por conhecimento; parafraseando Paulo Freire, em Pedagogia da autonomia, onde diz que deve se manter vivo em si o gosto da rebeldia com, o aguçamento da sua curiosidade buscando se arriscar e se aventurar, numa luta contra o poder apassivador "bancário", assim tem como resultado superar os efeitos negativos do falso ensinar. Dessa modo, há algumas técnicas para o aprendizado que tive o prazer de presenciar e que deram certo, são elas: aprendizagem ativa com parcerias (dois alunos se revezando para responder perguntas sobre o tema dado em aula), por debates (como os que ocorre aqui no blog) e jogos (tornando a aula mais dinâmica).
B. Sim, concordo. A pesquisa é de suma importância para a vida docente e discente, não a toa que chove inumeras menções nas leituras que fizemos até aqui, como cito, mais uma vez, Pedagogia da autonomia que diz "Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade.", notável nessa citação um processo contínuo de busca por conhecimento e renovação de métodos, didáticas a fim de, quando colocadas em ação, ajudar no aprimoramento do ensino fazendo discente e docente se desenvolverem conjuntamente.
C. O PIBID desde o seu início tem colocado em prática o exercício da reflexão através da leitura de documentos, visitas às escolas e debates o que nos é de imensa valia mostrando que para se tornar um docente é preciso sempre buscar mais a cada dia, nunca se sentir satisfeito ou estagnar-se na procura de conhecimento. Todo esse processo de análise entre o que nós alunos da rede pública experienciamos e o que os supervisores do programa vivem hoje com base nas discussões, nos dá a oportunidade de ver na prática enquanto graduandos o que está sendo feito, qual pode ser a nossa contribuição e o que pode ser aplicado, além de saber dos professores as expectativas com o programa. No fim, todo esse leque de conhecimento acaba se transformando em uma rica oportunidade de conhecer a fundo a profissão e descobrir ou não sua carreira.
Adorei os exemplos das técnicas de aprendizagem! :)
ExcluirA) Além de conteúdos que os professores devem seguir, os mesmos também precisam buscar novos métodos que possam estimular a aprendizagem dos alunos e que possa envolver outros professores, através de projetos que visem outras áreas. Ou seja, a interdisciplinaridade é um forma que pode ser trabalhada para manter e aprimorar a prática em equipe entre os discentes e docentes.
ResponderExcluirB) Sim, porque é uma forma do professor buscar meios que vão além do ensino tradicional. A tecnologia é um exemplo, por se tratar de um recurso comum na atual sociedade contemporânea e que pode ser aplicada dentro do campo educacional, contribuindo para a formação e senso crítico dos docentes bem como dos discentes.
C) O PIBID possibilita conhecer a realidade do ensino na escola pública brasileira, através de livros, discussões, além de nos permitir colocar em prática tudo que é ensinado na teoria. O programa também proporciona uma auto reflexão de práticas e métodos de ensino que cabe ao futuro docente adaptar as necessidades dos alunos, além de discutir a formação continuada do professor.
Oi Ronylson!
ExcluirTambém acho que a interdisciplinaridade nos permite uma boa forma para se trabalhar. Durante o Sefeli desse ano, por exemplo, ouvi o relato de uma professora de inglês que fez parcerias com professores de matemática e ciências/biologia para que, em suas aulas, conseguisse realizar essa interdisciplinaridade através de aulas práticas onde os alunos utilizavam os conhecimentos adquiridos nessas disciplinas. Em um dos exemplos de aula, ela propôs aos alunos que cozinhassem algo, assim eles expandiam seu vocabulário da língua inglesa, utilizavam conhecimentos matemáticos para medir os ingredientes e ainda aprendiam mais sobre alimentação. Acho bem interessante essa proposta!
Sim... Essa forma de ensinar também permite "Aquele" aluno que não gosta de determinada disciplina, a ter outra percepção que talvez o faça mudar de opinião, justamente por fazê-lo ver que a interdisciplinaridade está ligada em todos os aspectos.
ExcluirExatamente! E também por ver disciplinas consideradas apenas teóricas, como matemática, sendo postas em prática! Assim, os alunos conseguem perceber o porquê de estarem estudando determinadas disciplinas e conteúdos.
ExcluirVoluntário: Josué de Oliva Campos Cruz
ResponderExcluir1. Outro fator que eu mencionaria seria a práticas que fortalecessem a segurança do professor em classe, uma vez que muitos possui um certo “medo”, já que não se sabe o que o espera na sala de aula, é como se fosse a necessidade de voltar ao desenvolvimento psicomotor mais especificamente ao núcleo da personalidade que melhor organizada garantiria ao professor uma boa disposição e segurança na sua pratica educativa, exemplos de práticas que poderia melhorar isso são esportes que exijam concentração e equilíbrio dois fatores que contribuem muito para isso. Outra ideia que eu acredito ser importante é o professor aprender a equilibrar a questão do licenciamento e da autoridade uma tarefa um pouco difícil, mas quando o futuro docente tem uma certa noção dessa dosagem poderia contribuir de maneiro muito eficaz para a sua aprendizagem e desenvolvimento como futuro professor.
2. Eu concordo no ponto ao qual é tocante a libertação da teoria e a aplicação daquilo que foi aprendido na prática, se pararmos para analisar somente a teoria nos prenderia apenas a ideologias ou pensamentos que por sinal foram corroborados e aceitos cientificamente, mas como compreender de forma geral se não os pratica-los? Com isso percebesse a necessidade da prática em si, ou seja, a necessidade da pesquisa que incube sia de levar todo o conhecimento armazenado do futuro docente para a práticas nas escolas, antes mesmo da conclusão do curso. Tarefa essa ao qual o pibid se propõe executar.
3. Eu posso dizer que já não sou mais o mesmo depois do pibid, a partir desse programa percebi a necessidade de interligações entre experiências dos docentes, entre a universidade e as escolas, e essa proposta ao qual o pibid venho para introduzir que é o aprendizado prático para o futuro docente e ao mesmo tempo que ele aprende, ele também contribui para observações que o professor em sala ainda não percebeu. Ou seja, é uma soma dos fatores que altera sim o produto, que é na educação pública, e a contribuição para uma boa formação dos alunos não só para o mercado de trabalho, como também para estudos posteriores e para o exercício da cidadania, que levando em consideração os estudos teóricos junto aos práticos se chega a essa conclusão.
Olá, Josué. Sofro de uma preocupação que você expressou no primeiro tópico, sobre a autoridade do professor e como não fazer com que prevaleça, simplesmente, um coleguismo exarcebado e falso, no qual o professor se coloque no papel de interlocutor, simplesmente, porque parece que a profissão lhe incube disso ou de prevalecer um "autoristarismo" sobre a "autoridade", como disse Paulo Freire. Penso que não possamos colocar em nenhum dos extremos por uma obrigação demasiadamente ideológica de que devemos apenas seguir um outro para sermos bons professores (como se, ao escolher ser o professor colega, automaticamente se transformasse em um bom professor e, ao escolher estar um pouco mais distante, automaticamente se transformasse em um professor pior; minah experiência é que há professores bons e ruins dos dois lados e que, unicamente, um coleguismo com os alunos não significa ser um bom professor, que talvez seja apenas uma das características - e nem sei se uma essencial, se é que há essenciais - de um bom professor). Um professor colega pode ter sua autoridade em sala de aula, mas um professor distante também pode ser acessível aos alunos. Quando falam sobre estreitar a distância entre aluno e professor, me parece que a discussão está mais em uma complacência com os alunos e não com, necessariamente, estar sendo acessível. O problema da complacência é que você não se permita contrariar, corrigir, discordar do seu aluno. Não tenho experiência suficiente pra saber o quão efetiva essa prática pode ser a professor, e gostaria de ouvir de um professor sobre, mas, sinceramente, como aluno, não sei o quanto essa já citada complacência é boa ou ruim.
Excluirobrigado pela sua contribuição matheus, me ajudou a concluir algumas ideias,deixando muitas interrogações também, mas nada melhor do que a pratica para saber melhor sobre essa dadiva que é conseguir um bom fluxo em relação a si e aos alunos em sala de aula.
Excluira. O docente deve manter, primeiramente, a rigorosidade científica; o que significa estar em contato constante com a produção de conhecimento da área que o cabe e de outras, se possível, para que assim esteja atualizado. Também deve-se reafirmar, principalmente para os professores, o clichê de que “os estudos nunca acabam”, ou seja: cabe ao professor compreender que seu papel é estar sempre ativo como aluno, participando de cursos, palestras, absorvendo e produzindo, em contrapartida, conhecimento; pois, então, é, justamente, esse o outro ponto: produzir conhecido, refletir sobre suas práticas, fazer levantamentos qualitativos e quantitativos de seu trabalho.
ResponderExcluirb. Sim, acredito que por meio da pesquisa, por exemplo da heurística, o docente poderá refletir sobre seu trabalho de maneira fundamentada. E, justamente essa reflexão, é que pode nos colocar no papel emancipado, de independência em relação à análise de nossa prática e o que podemos fazer para que a melhoremos por nós mesmos, sem a intrusão de terceiros. Contudo, esse efeito emancipatório só se coloca no plano individual. Caso busquemos uma emancipação da classe docente como um toda, a pesquisa pode ser uma prática importante, mas não tão somente ela, e não poderíamos restringir a emancipação à estar aliada ao professor pesquisador.
c. É um dos poucos espaços, até então, onde eu, aluno de primeiro período, tive contato com uma reflexão, de fato, voltada ao prática docente, de maneira que posso afirmar sem dúvida que o PIBID é não somente a primeira experiência de muitos discentes na sala de aula, como o programa me parece decisivo no caminho percorrido durante a formação de um futuro professor, pelo papel em que nos coloca, de que maneira nos coloca, como nos questiona e nos faz refletir.
Bolsista: MILENA SANTANA COSTA
ResponderExcluira) Creio que primeiramente o professor deve analisar o trabalho que tem feito com os alunos, pensar em meios para melhorar a sua forma de passar o conhecimento e estar sempre em busca de tornar as aulas mais interativas e criativas para despertar o desejo do aluno pelo aprendizado da língua. Todos nós devemos estar sempre em constante busca de melhorar a si mesmo, analisar quais são as nossas falhas e como podemos melhorar, principalmente como educadores.
b) Concordo. Acredito que a pesquisa é um meio eficiente de saber quais as dificuldades mais comuns dos alunos e o que o professor precisa melhorar, para que dessa forma seja mais eficiente o trabalho do docente para com os alunos. Até mesmo para o seu desenvolvimento profissional, visto que precisamos sempre buscar o conhecimento e formas mais eficientes de ensinar e aprender.
c) Acredito que o PIBID está sendo e será uma ótima experiência para nós futuros professores, já que ao mesmo tempo em que estamos aprendendo as teorias na universidade também iremos colocar em prática o que aprendemos na escola, junto com os professores. Analisar o ambiente, ter noção de quais são as dificuldades dos alunos, desenvolver atividades para melhorar o aprendizado deles, ou seja, tudo isso estará nos ajudando a tornar-nos profissionais qualificados para ajudar os nossos futuros alunos com base nas experiências vividas no PIBID.
Olá, Milena! Super concordo com sua segunda resposta. O que mais falta em alguns professores é justamente a falta de atenção para alguns alunos, e a pesquisa é uma forma de quebrar essa barreira, pois permite o professor conhecer melhor o aluno e suas necessidades.
ExcluirSim, exatamente é algo que precisa ser melhorado.
ExcluirA.Creio, assim como Nóvoa, que o convívio com o ambiente escolar é essencial para a formação de um professor de excelência. Na prática muitos elementos da teoria não se aplicam. Diante disso, se faz essencial apossar-se de uma metodologia inovadora que atenda a demanda da faixa etária dos alunos. Neste ponto, podemos usufruir de tecnologia, como pontuou o colega Teylon Lima. O que, sem dúvidas, soma-se ao trabalho conjunto de todo o corpo escolar.
ResponderExcluirB.Concordo. Práticas de autoanálise e do ambiente de trabalho auxiliam na escolha da melhor condução para a formação do cidadão. Isto é, as conclusões das pesquisas realizadas sejam elas feitas pelo regente da turma, sejam por um terceiro (pesquisador graduando), ajudarão o professor a exercer sua autonomia docente de acordo com a metodologia mais eficaz para cada grupo específico.
C.O projeto de iniciação à docência promove contribuições cruciais ao aluno de licenciatura. O contato prévio com a sala de aula ao passo o torna um profissional apto a exercer magistério, o faz encarar a escola com inúmeras possibilidades de propagação de conhecimento. Por meio dos projetos que serão desenvolvidos e com o conhecimento adquiridos através das literaturas, reflexões pessoais, debates e contato com professores experientes, o pibidiano se tornará mais habilidoso e preparado para o mercado o mercado de trabalho.
Bolsista: Denis Almeida de Souza.
ResponderExcluirA) A troca de ideias, o diálogo entre companheiros de equipe, o ambiente de trabalho, o desenvolvimento de práticas interdisciplinares e multidisciplinares de acordo com a realidade sócio-cultural do discente, sensibilidade para usar metodologias condizentes com as condições financeiras da escola e dos alunos. Esses são alguns dos fatores que eu acredito que contribui para assegurar a aprendizagem e o desenvolvimento profissional docente e não apenas dele, mas do discente e toda a comunidade ao redor. Produzir iniciativas que inseriam os pais dos alunos na escola, convidar a comunidade a participar de eventos escolares e conscientizar os pais de alunos que eles também tem um papel importante na educação e formação dos alunos. Promover eventos de conscientização à respeito de temas que são alvo de preconceito como: "A violência contra a mulher e o Feminicídio ", "racismo no Brasil", que já forma temas de redações do ENEM.
b. A pesquisa como caminho para a emancipação dos docentes. Você concorda (ou não) com esta assertiva? Comente.
B) Sim. Eu acredito que a prática é essencial para o desenvolvimento de qualquer tipo de aprendizagem. O melhor aluno de língua portuguesa é o que lê mais e conhece a "norma culta" ou sua "gramática", o melhor aluno de matemática é o que prática suas fórmulas todos os dias...etc. O benefício é mútuo, pois o aluno além de aprender com o professor, também irá proporcioná-lo a experiência de ensinar, de desenvolver sua regência de classe, interagir com o conhecimento prévio do aluno e usar como complemento de algum aspecto da disciplina exposta em questão. Essa interação é rica em vários aspectos, alguns já citados na aqui na resposta anterior.
C) Eu acredito que o estágio é uma experiência determinante para o graduando, pelo menos foi para mim. Quando era graduando do curso de História pela UNIT, inicialmente eu não pretendia ser um professor ou ao menos não me via como um. Mas foi no estágio durante o 5º período quando preparei meu plano de aula pela primeira vez e entrei na sala para ensinar, o nervosismo e as famosas borboletas no estômago, mas foi tão gratificante quando terminei de dar a aula e vi os alunos se levantarem e me aplaudirem. Eles gostaram da minha aula! Pensei comigo mesmo, fiquei feliz e percebi que era o que eu queria. Não importa se quando você for dar aula se um ou dois estão prestando atenção em você e os outros não. Continue dando a aula para aqueles que querem. Foi o que eu aprendi no 5º período do curso. O PIBID proporciona isso no primeiro período! Mesmo que você não seja o regente de classe logo de cara, mas o PIBID lhe prepara logo no inicio do curso e eu acredito que o graduando que passa por essa experiência logo no início do curso, quando chegar no estágio estará mais seguro de si, preparando pois já acumulou experiência em sala de aula observando e estudando com professores no seu cotidiano de trabalho. Será um graduando mais certo de que essa é a profissão que ele quer exercer e consciente do ambiente escolar da rede pública de ensino.
Olá Dênis!
ExcluirAcho de suma importância o que você abordou no item A, sobre a inserção dos pais e da comunidade na escola, pois acredito que a educação se faz em conjunto e, para isso, essa parceria é indispensável. Também concordo que o Pibid irá nos ajudar a chegarmos ao estágio mais seguros, bem como certos de que essa é a profissão que queremos desempenhar.
a) Retomo o que alguns colegas apresentaram como alguns dos fatores que contribuem para o desenvolvimento docente e garantia da aprendizagem, que é justamente a formação continuada, a pesquisa, a busca por reflexões a respeito de sua prática pedagógica. A constante busca por aprimoramento é fundamental e emancipadora, pois o profissional não torna-se deste modo escravo de si mesmo.
ResponderExcluirb) Concordo que a pesquisa seja caminho para a emancipação dos docentes pois como comentei na postagem de Deborah Gonçalves sobre a busca por inovação, a pesquisa faz parte disso na medida em que nos tornamos conscientes do nosso inacabamento e buscamos ir além.
c) O PIBID está sendo uma experiência maravilhosa emancipadora e norteadora. Através dos textos e consequentemente das discussões feitas até o momento foi possível ampliar nosso olhar numa dimensão que só tende a se expandir, pois promove e estimula reflexões sobre o que somos e o que queremos ser, sobre como as coisas são e como deixam de ser, sobre o ensinar e o aprender.
Bolsista: Sandy Cristine Bezerra dos Santos
ResponderExcluirA) Assim como Nóvoa, acredito que o trabalho em equipe seja algo necessário, não apenas para o desenvolvimento profissional, mas em tudo na sociedade em que vivemos. Outros fatores seriam: a constante reflexão do profissional como pessoa e pesquisas sobre como melhorar o trabalho como professor, tendo estes dois fatores ajudaria o docente não só a pensar nele mesmo como pessoa, mas também os seus próprios alunos, fazendo-o perceber que além de discentes, são seres humanos acima de tudo, o que acredito, aproximaria o docente do discente, tornando o aprendizado mais significativo, o que consequentemente aprimoraria o trabalho do profissional.
B) Concordo. A pesquisa é uma forma de você se informar, tanto na teoria quanto na prática, além de trazer ao professor experiência e novas formas de ensinamento, acredito que seja fundamental para a evolução do docente.
C) Desde que comecei o PIBID, devo dizer que o programa superou as minhas expectativas, até agora, todas as leituras que nos passaram e que discutimos em reuniões, serviram para nos informar e também como uma porta para a auto reflexão, sobre nós mesmos, o que queremos ser e que tipo de professores queremos nos tornar e como faremos isso se realizar. Posso dizer com certeza, que a minha visão sobre a docência e o modo de ensinar foram redefinidos depois do começo do projeto.
A) Além do trabalho em equipe, acredito que alguns fatores decisivos para assegurar a aprendizagem e o desenvolvimento profissional docente, como muitos colegas já comentaram, seriam: a pesquisa, aliada a especializações e atualizações acerca da nossa profissão, para que assim não nos acomodemos com modelos "prontos" de ensino e estejamos sempre testando novas formas de ensinar, de acordo com a realidade de cada turma/escola; a troca de ideias e experiências entre colegas de profissão e com os próprios alunos, para que entendamos como podemos aprimorar nossas práticas; a parceria entre escola, pais e comunidade, para que a educação seja realmente efetivada em todos os âmbitos; além, claro, da nossa motivação para darmos o nosso melhor, mesmo diante às dificuldades que aparecerão pelo caminho, como já foi comentado em outras discussões.
ResponderExcluirB) Concordo parcialmente que a pesquisa seja um caminho para a emancipação dos docentes, mas não acredito que seja o único caminho possível ou mesmo o mais efetivo. Por um lado, a pesquisa nos traz conhecimento, nos ajuda a entendermos melhor nossa profissão, nos possibilita aprimorar nossas práticas docentes, entre outros. Contudo, a pesquisa só terá esse poder emancipatório aliada a prática, pois a teoria pela teoria não emancipará os docentes. Por isso, acredito que, junto a pesquisa, precisamos entender o que queremos da educação, que tipo de professores queremos ser, como podemos colocar tudo isso em prática, além de nos posicionarmos ativamente acerca de nossas convicções para defendê-las ou mesmo mudá-las, quando acreditarmos ser para melhor.
C) Como tinha comentado anteriormente com algumas colegas que irão se apresentar na Semac, quando me inscrevi no Pibid eu não tinha ideia de que teríamos tantas discussões, leituras, reflexões acerca da profissão, achava que o Programa funcionava como uma espécie de estágio, onde apenas chegaríamos às escolas para iniciarmos nossa docência (mais alguém pensou isso? rsrs). No entanto, foi uma surpresa muito positiva e gratificante que o Pibid funcione da maneira como estamos vivenciando, pois além de ser fundamental para a nossa vida profissional que tenhamos todas essas discussões, também é um espaço que nos é oferecido para que vivenciemos isto, pois como comentei acima com Gabrielle, muitas vezes não temos esse espaço ao longo do curso e seria essencial que todos os discentes das licenciaturas tivessem esses espaços de reflexões acerca da educação. Além disso, como alguns colegas já comentaram, esse primeiro contato com as escolas nos permite ter a clareza de sabermos se é essa profissão que queremos desempenhar, o que é bem difícil quando percebemos apenas no final do curso, ao estagiarmos, que não era bem isso que queríamos (o que aconteceu comigo no outro curso!). Então acredito que esse tempo no Pibid será muito rico e proveitoso para todos nós! :)
Sobre o item b), concordo contigo, Silmara, sobre a pesquisa não ser o único caminho e talvez nem o mais efetivo. Contudo, devo fazer uma ressalva sobre "a teoria pela teoria". Não acho que "a teoria pela teoria" não possa ser emancipatória, na verdade, eu sequer acredito em "teoria pela teoria", porque a teoria me parece tão atrelada a prática que não consigo ter clareza onde uma e outra começa ou termina. Parece-me que, muitas vezes, o professor não tem autoconsciência sobre o seu uso de teoria ou mesmo a manifestação dela em uma sala de aula, seja porque não é estímulado, durante o magistério, a estar em contato com a teoria, seja porque a teoria nunca o interessou (acredito que não necessariamente esse dessinteresse seja um problema). Contudo, visto que não consigo desvincular teoria da prática, vejo a teoria sendo usada de maneira intuitiva, na tentativa e erro, por muitos bons professores está presente. Portanto, ter conhecimentos teóricos, ainda que não saibamos claramente sua funcionalidade na prática, acredito, é indispensável também, porque nem sempre (ou sempre), durante a graduação ou um programa como o PIBID, é possível contemplar a finalidade prática de uma teoria ou a aplicação de uma mesma.
ExcluirSaudações a todos!
ResponderExcluira) Além do trabalho em grupo, podemos pensar em desenvolver mais trabalhos virtuais que contenha conteúdos interdisciplinares de interesse a todos, de mado que seja seguro e que contemplem um número ainda maior de pessoas de diferentes nacionalidades; para tal é preciso mais investimentos na área tecnológica a fim de garantir o direito a informação e com o intuinto de combater as desigualdades sociais, que impedem muitos de ter acesso e que ainda persistem em meio a comtemporaneidade.
b)Concordo. Pois à prática da pesquisa deve-se expandir para além da troca de informações entre pesquisador e a prática docente, desenvolvendo assim a produção da independência e a prática da reflexão.
c) Por meio do projeto PIBID, podemos ter contato direto com a realidade do ensino tanto de língua inglesa quanto de outras disciplinas, dentro das escolas públicas;Com o apoio dos professores supervisores que nós auxiliará durante todo o projeto contando também com as coodernadoras,que com suas experiências bem diversificadas no âmbito educacional leva -nos a refletir a cerca de outros fatores tanto o social quanto o profissional, para a construção de novas ideias, novas opiniões a favor da nossa sociedade.
Bolsista: Juliana Maria de Sousa
ResponderExcluira. O trabalho em equipe, segundo Nóvoa (2011), é um dos fatores que contribui para assegurar a aprendizagem e o desenvolvimento profissional docente. Além deste fator, que outros você mencionaria? Justifique.
Como Paulo Freire escreveu “para se ser, tem que se estar sendo”. Aprendizagem é uma construção contínua e ininterrupta feita de muitos modos. Aprendemos na sala de aula com nossos professores, através dos livros e internet, com nossos colegas e nas nossas experiências cotidianas, tudo isso contribui para a construção de aprendizagem do docente. Acredito que para assegurar uma aprendizagem eficaz é necessário a continuidade dos estudos e a troca de experiências, pois, é nessa “troca” que acrescentamos algo importante no processo de aprendizagem do outro e, também, refletimos e reconstruirmos o nosso próprio aprendizado individual.
b. A pesquisa como caminho para a emancipação dos docentes. Você concorda (ou não) com esta assertiva? Comente.
Somente a pesquisa não tem esse efeito “emancipador” para o docente. Há outros meios de tornar-se independente. Claro que não descarto a importância de ser pesquisador, de problematizar e encontrar soluções para as indagações que percorrem a mente de cada docente a respeito de metodologias e práticas de ensino. Porém creio que é na prática, através das vivências – “erros e acertos” – em sala de aula que vamos descartando teorias que não consolidam um aprendizado eficiente para os alunos e introduzindo novos métodos que possam dar melhores resultados.
c. Reflexões sistemáticas sobre a prática e a formação profissional são necessárias aos professores e futuros professores. Dê a sua opinião sobre o quanto e como o Pibid tem contribuído para que isso se efetive.
O programa é uma experiência única que permite a nós graduandos ter esse contato direto com a escola antes mesmo do estágio obrigatório. Até então tem agregado muitas reflexões interessantes sobre metodologias de ensino e despertado uma certa esperança dentro de mim, de poder fazer a diferença como professora lá na frente. Acho que é uma experiência muito importante para todos porque tira o foco da nossa formação teórica e nos traz muitas reflexões acerca da docência “que tipo de professor eu serei” e outras indagações de “como aplicar meus conhecimentos de forma eficaz para meus futuros alunos”, é certamente um programa valioso que amplia nossos horizontes.
Olá, Juliana. Achei interessante quando no item a) tu escreveste "com nossos colegas e nas nossas experiências cotidianas" ao se referir a isso como possível método para construção de aprendizagem do docente. Não tenho muita noção, mas me veio a questão sobre: qual a importância (existência) da socialização de conhecimento entre professores? Será que há meio de discussão e trocas de experiências entre escolas e diferentes professores, por exemplo, da rede pública? Isso descartando as amizades e as discussões que as mesmas tragam entre professores, congressos ou sindicatos (onde não tenho noção de se há discussões do tipo), mas me refiro a um forum, espaço formal de socialização de conhecimento proposta pelas secretaria de educação de um estado ou mesmo uma promoção de encontros pelo ministério da educação. E se há isso, também me pergunto o quanto efetivo é e se há podemos construir um diálogo claro entre educadores de todo país.
ExcluirBolsista: Lucas Natan Alves dos Santos
ResponderExcluirA. O desenvolvimento profissional docente depende não somente de fatores internos, sabemos, mas de fatores externos também, só que em relação a esses não é a hora de explanar. Assim, abro parênteses para aqueles, os internos, e considero dois pontos cruciais. O primeiro se trata dos docentes, ou qualquer outra profissão, que optaram por isso ou aquilo ser por causa de eventual obrigação, remuneração, status ou ainda "falta de ou derradeira opção".
Com isso, atingida a formação no que não foi primeira opção, é necessária a consciência de que se trabalha com vidas. Vidas essas que, por conseguinte, ao fazer parte da nação a transformará para melhor ou pior, para crescimento ou retrocesso. E ao se ter essa consciência, entendemos que somos sementes e vamos plantar-nos em centenas de indivíduos, que também tornam-se sementes a ser plantadas em outros tantos. Por exemplo, um médico, movido pela ética, não pode se negar a atender um paciente porque aquela não foi a graduação do seu anseio, então um professor, movido pela ética, não pode se recusar a dar uma aula ou se resumir ao "pegue a apostila e estude", porque se graduou no que não tinha vontade ou no que lhe restou. Isso acontece diariamente, por isso proponho a consciência supracitada para vivermos numa sociedade mais justa e humanitária.
O segundo ponto crucial, por último, concerne ao the end do curso superior, assunto que venho a complementar, pois já foi citado pelos meus colegas Déborah Gonçalves e Matheus Ferreira. Muitos docentes estagnam e não se propõem a fazer um algo a mais, ou seja, se restringem a dar aula, ir para casa, dar aula, ir para casa. Claro que entendo que muitos desses muitos não têm oportunidades ou têm outras prioridades, diversos outros compromissos e suas vidas pessoais para cuidarem, entretanto, acredito eu, cursos de curta duração presenciais ou online, exeplificando, sempre que possível, não atrapalhariam, pelo contrário, apenas viriam a somar. Porque digo isso, porque o idealizador do exame Pisa (http://portal.inep.gov.br/pisa), Andreas Schleicher, disse, em entrevista à BBC (https://www.bbc.com/portuguese/amp/geral-45680063), que "a qualidade da educação de um país nunca será maior que a qualidade de seus professores", retomando, dessa maneira, o assunto pelo qual meu colega Natan Marques abriu este debate: a educação em nações que valorizam o educador.
B. Concordo. Mas tenho minhas ressalvas, igual a minha colega Suzan Araújo. Pois estamos no meio de uma ponte, a pesquisa, que tem duas direções: uma emancipa e a outra aprisiona. E a maioria dos professores, infelizmente, está na direção que aprisiona, uma vez que não realizam pesquisas, não permitem que essas sejam realizadas em suas salas de aula e o pior, às vezes negam sua importância.
ExcluirAo chegar a esse ponto, o de negação da importância de uma pesquisa, o professor percorreu todo o caminho tentando se livrar da responsabilidade de pesquisar por ter a vã ilusão de ser a parte final do "funil" de Telles (2002). Ou seja, como se apenas o restasse o café pronto (pesquisa) e seu papel é beber (pôr em prática), omitindo ser parte da borra, do fervimento da água (todo o processo). Vã ilusão. Vã ilusão sim, porque a pesquisa advém da curiosidade, e a curiosidade para Freire (1996) é a produtora de conhecimento. Se todos os professores do nosso país tivessem essa compreensão muitos dos problemas do cotidiano de seus alunos poderiam ser sanados, como, por exemplo, uma das "experiências de aprendizagem traumatizantes" relatada em uma das "memórias negativas" de Paiva (2006).
Para mim, a pesquisa só funcionará para a emancipação docente quando, como diz Paulo Freire em Pedagogia da Autonomia, o professor passar a se reconhecer como pesquisador, afinal uma profissão está intrínseca a outra e, assim sendo, essa relação é indivorciável. Ademais, igual afirmou Telles (2002), o professor - quando receber outro pesquisador em seu ambiente de trabalho - não agir como mero objeto do ato de pesquisar, mas também como "agente" do processo, exercendo um papel que anda lado a lado, ombro a ombro, de mãos dadas, de peito colado com o pesquisador.
C. Divisor de águas, é apenas como posso me referir ao PIBID. O Programa está sendo mais um degrau em minha vida. Uma visão por detrás da lente do que é ser professor, pois até o momento da entrada, eu, por mais que visse os benefícios e malefícios da profissão, apenas tinha uma visão parcial na condição de aluno, na condição de admirador da Educação. E, igual mencionou meu colega Josué Oliva acima, nunca mais seremos os mesmos.
Por mais que não tenhamos adentrado a salas de aula efetivamente, por mais que não tenhamos colocado o pouco conhecimento em prática, não teremos apenas o estágio no fim do curso para sermos "jogados" dentro de uma sala e meio que "se virassemos" com aquilo que nos foi imposto por obrigação. Ao contrário do PIBID, que não fazemos por obrigação. Não fazemos com a intenção de passar a todo custo porque é pré-requisito para alguma outra coisa. Não.
De maneira geral, a oportunidade de compartilhar as opiniões advindas de leituras que necessariamente não estariam em uma disciplina da graduação neste momento; conhecer a realidade das escolas na grande Aracaju (digo grande pois certamente na minha cidade natal não veria um Centro de Excelência); além do contato com profissionais que formam professores e com profissionais que formam indivíduos de várias idades e realidades nos conduz a um caminho, creio com muita esperança, que não será o mesmo que muitos de nós tivemos até aqui chegar: o de uma educação bancária.
Amei todas as suas reflexões!
ExcluirObrigado, Josi! S2
ExcluirA) Como já foi comentado pelos colegas acima, além do trabalho em equipe, é preciso que o docente esteja sempre buscando novas atualizações de modelos pedagógicos, para que não haja um acomodamento em uma única metodologia. Acredito que talvez esse acomodamento tenha sido o problema de alguns professores que já tive ao longo desses anos, não buscavam alternativas para estimular e despertar o interesse do aluno, pois estavam presos a um método de ensino ultrapassado. Sendo assim, é preciso que o professor sempre esteja se auto avaliando, para que sua mensagem possa ser transmitida, absolvida e quem sabe até aplicada, ensinando e aprendendo junto com o aluno, como já foi citado por Paulo Freire em outras palavras.
ResponderExcluirB) Concordo. Assim como nossa colega Suzan já destacou, faço também, o uso das palavras de Paulo Freire: Todo professor é um pesquisador. O ser humano está sempre em constante evolução, estamos trabalhando para tentar mudar o cenário da sala de aula, trazendo novas alternativas e modelos de ensino para que aquele métodos de ensino arcaico ainda presente em nossas escolas sejam repensados e alterados, porém é possível que no futuro essas novas metodologias passem a serem ultrapassadas também. Sendo assim, acredito que é de extrema importância que professor seja um eterno pesquisador, favorecendo seu desenvolvimento humano e profissional.
C) O PIBID tem contribuído muito para minha formação como futuro profissional, seja pela indicação de livros e documentos de grandes pesquisadores da área da educação , como Paulo Freire, assim como também pelas discussões e trocas de experiências geradas a cada encontro com orientadoras e supervisores. Graças a essas interações venho enriquecendo meu senso crítico e ético para com minha formação e dever como docente. Dessa forma, estou cada vez mais adquirido conhecimento e vontade para exercer meu papel como professor de Inglês com total dedicação.
Bolsista: Lucas Santana Pinto Cardoso
ResponderExcluirA) Semelhante ao que já foi mencionado, creio que a postura dos professores em relação a educação de um modo geral, seja um problema nacional. Assim como já foi dito do desinteresse dos professores em inovar e diferenciar o ensino nas escolas públicas, tenho a experiência de uma educação privada. Tive professores que chegava na sala e só "ensinava" o que estava no livro didático, e tinhas vezes que apenas lia o que estava escrito no livro, fazendo com que a produção de sentido e conhecimento de determinada matéria não existisse e tudo se tornava algo mecânico, de forma que gravava o conteúdo para aplicar ou melhor dizer "vomitar" na prova. É, infelizmente, um problema que alcança até a educação particular, ainda que possa ser minoria, esta situação não deveria existir. Com todo aparato tecnológico e o vasto acesso a informação, a educação do Brasil poderia ser diferente, visto que temos escritores e jornalistas com métodos e incentivos a educação, como o próprio Paulo Coelho. Além disso, a tecnologia poderia ser mais explorada com o intuito de expandir o conhecimento.
B) Concordo absolutamente. Assim como médicos precisam estar sempre estudando e se atualizando com novos métodos e medicamentos eficazes, o docente também precisa ter seu acervo de conhecimento de mundo amplo, conhecimento diverso para que possa administrar em sala de aula, podendo assim aplicar a intertextualidade. É imprescindível que o docente tenha em mente a preocupação de expandir seu conhecimento e ter a humildade de que todo dia é um novo dia para aprender algo novo.
C) Creio que o PIBID seja de extrema importância para qualquer discente de licenciatura. Universidade não é somente ter presença em aulas. Um discente de licenciatura precisa de experiência real, ter contato com alunos desde o momento em que adentra na faculdade para que possa desenvolver senso crítico, conhecimento sobre docência. E o PIBID desenvolve isso. Além do mais, livros de conhecimento sobre metodologia de ensino como Paulo Freire foi apresentado, o que enriquece o conhecimento como futuros professores.
Discente: Samara Milena De Santana Barros - Bolsista
ResponderExcluirA. Emancipação. Acredito que essa é a palavra chave no que se refere ao processo de aprendizagem e desenvolvimento profissional do docente. Adorno apud Resende ( 2003 ), diz que se o educador apresenta deficiências na sua formação cultural e não estiver disposto a uma reformulação e renovação de sua posição social e responsabilidade diante dos demais, não há, por que desempenhar tal militância; pois estará reproduzindo sua deficiência aos alunos.
Um docente emancipado, terá consciência da autonomia que possui para se autoavaliar criticamente e usará essa autoavaliação para o aperfeiçoamento de métodos de ensino/aprendizagem usados por ele e pelo discente.
B. O caminho a ser tomado no processo da emancipação do docente é a pesquisa, pois ela possibilita o desenvolvimento da criticidade. O pesquisador passará a fazer novos questionamentos e reflexões, começará a adquirir autonomia intelectual, emancipação e capacidade de autocrítica, para que possa continuar fazendo auto análises e busque sempre o aperfeiçoamento de suas práticas.
C. O PIBID está nos proporcionando leituras e discussões enriquecedoras, que estão gerando reflexões sobre o processo de educação e aprendizagem através de outras perspectivas, fomentando o nosso pensamento crítico, criando experiências fundamentais para nossa formação profissional.
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ResponderExcluirBolsista: Mylena de Andrade Mota
ResponderExcluira) Acredito que um fator extremamente importante é o uso de atividades diferentes do convencional. Precisamos, como professores, abandonar a zona de conforto e aplicar novas técnicas, tanto dentro da sala de aula quanto fora dela. Depois da minha primeira visita ao Colégio Jackson de Figueiredo (em 05 de Outubro), percebi quanto pode ser feito para estimular o interesse e o aprendizado dos alunos. O ensino não precisa estar limitado às paredes da sala, visto que em todo o ambiente escolar podemos criar aulas que ensinem não só o idioma, mas também, por exemplo, noções de empatia e respeito ao meio-ambiente.
b) Concordo plenamente. Acredito que ensinar é uma arte que necessita ser aperfeiçoada a cada dia e é através da pesquisa que isso pode ser feito. Como disse no comentário acima, é através dela que podemos descobrir novos métodos de ensino para otimizar o aprendizado dos alunos.
c) Considero o PIBID uma oportunidade incrível para que possamos refletir a respeito de como funciona o universo da docência. Com os textos indicados e as discussões desenvolvidas sobre eles, podemos refletir sobre paradigmas e, quando necessário, mudá-los para que entremos na nossa vida profissional embasados em métodos eficazes e tendo uma relação empática e construtiva com nossos alunos.
Olá Mylena!
ExcluirTambém acredito que o ensino não deve se limitar à sala de aula nem à própria disciplina, pois deveríamos defender cada vez mais uma educação integral/holística, que desenvolva justamente o que você aborda em seu comentário, empatia, respeito ao meio-ambiente, além de noções de cidadania, autoconhecimento, equilíbrio emocional, enfim, todos esses aspectos que englobam o ser humano, afinal estamos educando para ajudarmos a desenvolver cidadãos!
Bolsista: Letícia Conceição Santos Ramos Alves
ResponderExcluirA- Acredito que técnicas que valorizem as dinâmicas em classe e transmitam a apresentação de pontes entre o aluno e o assunto apresentado em classe, pois com isso a pesquisa do assunto por parte do discente estará inclusa indiretamente, em consonância, o professor deve estar atento a novos métodos de ensino e aprimorando seus conhecimentos. Atualmente, presenciamos diferentes formas de ensino de diversas matérias, um dos mecanismos mais popularmente conhecido são os vídeos educativos as famosas “vídeo aulas” presentes na internet, onde muitos alunos optam por uma segunda opinião do professor sobre determinado assunto. Acredito que a apresentação de meios para os alunos estarem buscando o conhecimento a todo momento é uma das formas de contribuir com o desenvolvimento educacional. Outrossim, o projeto de vida apresentado pelas escolas de período integral são um outro exemplo de como aliar a educação e a vida profissional na vida do aluno, pois as mesmas apresentam a interdisciplina de economia, planejamento familiar e ideias profissionais, mostrando que para o discente conseguir bons frutos futuramente, dependerá de uma boa base planejada anteriormente.
B- Concordo, pois a pesquisa permite ao docente o crescimento de seu conhecimento e o torna mais capacitado para explanar seus conhecimentos em classe. Acredito que com a pesquisa o professor apresentará mais independência em seus estudos pois a partir dela o mesmo poderá comprovar ou contestar assuntos que o mesmo estudou anteriormente, pela visão de outros cientistas, tornando mais aprofundada a teoria em questão.
C- O PIBID tem contribuído para o conhecimento do que nós como discentes iremos enfrentar como futuros docentes. O PIBID nos oferece a possibilidade de conhecermos a realidade das escolas públicas, o conhecimento de diversas ideias de cientistas da educação assim como Paulo Freire que através do livro Pedagogia da Autonomia conseguimos perceber sua análise a respeito dos métodos de ensino. Considero que futuramente poderemos ser professores mais confiantes em relação a nossa forma de ensino pois estamos diante de diversos métodos do mesmo e com a experiência do PIBID conseguiremos aplicar a que melhor nos convém.
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ResponderExcluirBOLSISTA : IRVING CAROLINE ANDRADE ALMEIDA
ResponderExcluirA)Não é tarefa fácil e eu até tento entender quando encontro um professor desmotivado. Já que falamos de Brasil e nem sempre os salários são atrativos, mas como disse, devo repetir. Se nós escolhemos ser professores, nossa missão existe muita responsabilidade. E acredito que uma delas seja encontrando meios para tornar as aulas mais atrativas, seja interdisciplinando ou buscando outras alternativas. Fazer o aluno aprender, sem saber que está aprendendo é sensacional. Tornar o conhecimento de forma mais natural possível. E isso não é impossível. Isso condiz com o que já narramos e citamos aqui por vezes. Um exemplo, falando do nosso contexto, é: Desgramaticalizar um pouco as aulas.
Enfim, acredito que esse seja outro fator que pode contribuir com o processo de aprendizagem.
B)Concordo. A pesquisa se faz completamente necessária em nossa área. Com a ajuda da pesquisa nós podemos encontrar a nossa melhor maneira de desenvolver o nosso melhor dentro da sala de aula. Também podemos encontrar várias respostas para muitos questionamentos, como também questionar o que não está funcionando e que deve mudar.
C)O PIBID sem dúvidas está sendo um divisor de águas nas nossas vidas. Falo com absoluta certeza, ele me fez rever o ensino público de outra maneira e tem contribuído muito para o meu conhecimento. Acredito ser a hora de refletirmos sobre o nosso papel.
O PIBID também tem me feito uma estudante mais questionadora e está me tornando, assim acredito, uma professora muito mais preparada. Essa base tem sido essencial. Me sinto enriquecida de ideias, as quais tenho vontade de compartilhar sempre com outras pessoas em meu cotidiano.
Adoro essa ideia de aprender sem perceber, de forma natural. Acredito que é dessa forma que o aprendizado se torna mais eficaz, evitando o famoso "decoreba".
ExcluirBolsista: Jhon Hennyson de Jesus Lima
ResponderExcluirA) Um outro fator muito importante que contribui para o desenvolvimento profissional e para a aprendizagem de fato é a pesquisa, pois precisamos saber qual é o público alvo, qual a melhor forma de transmitir o nosso conhecimento e como tirar proveito dos aprendizados diários, como podemos fazer frutificar o conhecimento de ambas as partes, não podemos fazer isso sem pesquisa.
B) Eu concordo porque acredito que além de ensinar, o docente precisa sempre renovar seu repertório, mudar suas estratégias de ensino sabendo adaptar cada uma com cada aluno, pois sabemos que cada um tem a sua maneira de aprendizado e só poderemos contornar isso através da pesquisa, procurando a melhor forma de abordagem, pesquisando quais métodos são mais eficientes, quais materiais melhor se adequam ao ensino e etc. Então eu acredito que a pesquisa é um dos caminhos para a emancipação do docente sim.
C) O Pibid muito tem nos auxiliado nas nossas reflexões sistemáticas, nos fazendo pensar em qual tipo de professor e profissional gostaríamos de ser, qual seria a melhor abordagem ao discente, e coisas desse tipo nos fazendo refletir sobre o que é ensinar, nos ajudando a formar um bom profissional e abrindo assim uma nova porta à novas possibilidades tanto de ensino quanto de aprendizado.
BOLSISTA: Thiago de Melo Cardoso Santos
ResponderExcluirA)Nessa jornada como um futuro professor, me encontro sempre me perguntando: “Como? Como farei isso, como aplicarei tal coisa... como? ”. Acredito que um fator importante para melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento profissional docente começa com um processo de autorreflexão, como diz João Telles: “Descobrir a natureza e os significados do fenômeno de seu interesse e sua relação pessoal com o mesmo. ” De dar o primeiro passo, que é de se entender e ser capaz de perceber como essa descoberta pode contribuir para a sua formação como docente e a partir daí acredito que os resultados serão satisfatórios.
B)Concordo plenamente, como alguns colegas já disseram acima com as palavras de Paulo Freire: todo professor é um pesquisador. É por meio da pesquisa que podemos, como por exemplo, vivenciar o processo de autorreflexão, conhecida como a pesquisa heurística. Por meio desses entendimentos que podem vir de dentro e que se estendem a tudo aquilo que se encontra ao nosso redor que podemos encontrar a emancipação. Por isso acredito que a pesquisa é sim um caminho para a emancipação dos docentes.
C)A minha experiência com o PIBID tem sido bastante enriquecedora e com certeza esse um ano e meio ainda vai agregar bastante conhecimento e experiências que me darão novos olhares sobre essa profissão que tanto amamos. As teorias respondem e levantam questionamentos que me fazem refletir sobre coisas que eu acreditava que estavam bem longe da nossa realidade. A troca de experiências com os supervisores e com os colegas tem me provido conhecimento e até algumas estratégias de como melhorar a aula e ter uma boa relação com os alunos. É incrível como o programa dialoga com o que vemos, vivenciamos e vamos presenciar no futuro, só tenho a agradecer por ser um dos alunos que tem hoje a oportunidade de fazer parte dele.
Bolsista: Milena Barreto Lira
ResponderExcluirA) O trabalho em equipe, além de promover a aprendizagem e o desenvolvimento profissional, proporciona estímulos essenciais para a vida acadêmica do docente, que poderão ser aplicados também aos discentes. Responsabilidade, competência e respeito às limitações dos participantes são exemplos das características mais exigidas durante a realização de trabalhos assim e que, ao serem instigadas, serão usadas tanto na vida profissional, quanto em relacionamentos pessoais na sociedade.
B)A emancipação é obtida através do conhecimente que, por sua vez, advém da pesquisa. Sendo assim, a pesquisa é essencial e um dos caminhos mais acertivos para a emancipação dos docentes.
C)Ouvir tantas situações vividas pelos professores e suas relações com os alunos, juntamente com a realidade de cada escola tem resultado muitos questionamentos e mudanças de opiniões que eu já havia construído antes de ter entrado na Universidade. Refletir sobre o que acontece e o que pode ser mudado gera motivação para atitudes que podem "resolver" problemas, ou estimular desejo pelo conhecimento por parte dos alunos. Além disso, tais experiências, ao serem compartilhadas, motivam em mim o adentramento nesse universo que é a pesquisa e vida docente.
Tenho a mesma sensação que você sobre o item c). Esse compartilhamento de experiências tão díspares está sendo, acredito, enriquecedor para todos nós. Especialmente, para os que nunca tiveram contato com uma escola pública (deixando claro que cada uma possuí suas especifícidades, portanto a generalização chega a ser perigosa).
ExcluirDiscente: Mateus de Morais Silva
ResponderExcluirA- como dito por alguns colegas acima eu acredito que o futuro é digital então acho que a melhor forma de melhorar a apredizagem/desenvolver o docente é justamente aprender o uso das ferramentas digitais como recurso útil em sala de aula, talvez seja exatamente isso que precisamos para sairmos da rotina chata da sala de aula e da repetição do verbo to be
B- concordo porque a pesquisa serve para que possamos adquirir mais conhecimentos nas nossas áreas e assim nos deixar mais livres e emancipados por assim dizer, sem contar que o ensino de uma língua estrangeira é muito fluida a pesquisa é essencial para nós profissionais dessa área
C- O Pibid tem me apresentado um material teórico vasto que eu não conhecia ou conhecia e não lia por pura preguiça e também me ajudou a identificar minha área de maior interesse no ensino de uma língua estrangeira que é como usar as redes sociais no espaço da sala de aula.
Olá, Mateus. Talvez eu esteja sendo positivista nesse ponto, mas vejo o papel do digital, nos próximos anos (quem sabe - eu não - atualmente já), como o turning point para o ensino de línguas estrangeiras. Principalmente porque esse ensino depende de uma conexão com esse estrangeiro para não estar esvaziado aos olhos dos alunos, sem sentido (como ouvimos muitos professores compartilharem como fala comum de uma maioria de alunos). Como eu disse, talvez seja esperar muito da tecnologia, porque ela é volátil, inconstante, depende do uso, mas, reitero, se bem usada a tecnologia pode ser o que está nos faltando para construir a ponte entre mundo comum do aluno e o estrangeiro que o parece tão distante.
ExcluirBolsista: Ivan Kennedy Neves Santana
ResponderExcluira- Uma das maneiras para melhorar a aprendizagem é a forma lúdica e criativa, usando jogos e brincadeiras que estimulem o prazer da aprendizagem dos alunos e que eles se divirtam enquanto estufam os conteúdos. Dessa forma, fugindo das formas monótonas e que não estimulam os alunos.
b- Concordo com a afirmativa, pois com a pesquisa, segundo João A. Telles "o professor reflete e produz sentidos sobre suas ações e a sala de aula", ou seja, o docente poderá analisar os seus métodos de ensino e identificando as dificuldades dos alunos em sala de aula.
c- O PIBID abriu minha mente acerca do meu futuro como docente, incentivando a prática da leitura de textos extremamente enriquecedores e uma reflexão sobre os métodos de ensino, que eu como aluno do primeiro período nunca tive contato. Ademais nós futuros docentes poderemos nos tornar mais preparados para o que encontraremos no futuro em sala de aula.
Bolsista: Natanael Melo
ResponderExcluirA- Como os colegas já falaram nos postes anteriores, também creio que as aulas em que todo o material é digital, os alunos a apreciam, e consequentemente, a aprendizagem se torna mais prazerosa, fugindo assim dos métodos tradicionais de lousa e livro.
B- Concordo com a afirmação, pois a pesquisa além de agregar conteúdo ao professor faz com que ele não fique defasado em meio a um mundo cheio de saberes/pensamentos diferentes.
C- Antes do PIBID, lecionar não estava em meus planos, mesmo fazendo um curso de licenciatura. Fazia Inglês visando a área da tradução/interpretação, mas depois das reuniões, leituras dos materiais e reflexões sobre a educação, mim fez olhar a sala de aula com novos olhos.
a) Além do trabalho em equipe, existem várias formas dinâmicas de ensino pelas quais os alunos podem aprender e ensinar mesmo sem perceber. Como já citei antes, o uso da tecnologia pode ser um grande aliado na prática do ensino através de filmes, vídeos, ou atá mesmo aplicativos voltados para esse objetivo. É interessante manter essa prática inclusive para alcançar todos os alunos da classe ou turma, principalmente quando se trata do Ensino Médio.
ResponderExcluirb) Concordo com a pesquisa como caminho para a emancipação do docente pois aquele aprendizado o ajudará das mais variadas formas, inclusive em seus futuros planos de aulas onde ele poderá aplicar novas ideias ou formas de ensino que podem ser significantes para a educação. A pesquisa sempre nos leva a aprender coisas diferentes que nos levam a melhorar.
c) Através do PIBID posso dizer que já cresci pessoalmente como futuro educador. O PIBID não nos ensina simplesmente como dar uma aula, ele vai além disso, ele nos proporciona conhecimento e preparação. Aprendemos a ensinar, sabendo que ao ensinar podemos continuar aprendendo. Essa troca de informações é algo muito importante, "Um verdadeiro mestre é um eterno aprendiz."
A - Trabalho em equipe é uma ferramenta poderosíssima que devemos e precisamos praticar. Trabalhar empatia e estimular o engajamento dos alunos é essencial para sua formação e desempenho.
ResponderExcluirMas não basta. E na situação atual da educação pública, aulas formais e sempre mais do mesmo não adianta. Por isso, apesar das escolas nem sempre nos fornecer estrutura, é preciso dedicarmos tempo em ideias e estudar alternativas ao velho explicação-atividade-livro.
Como citado, o uso de jogos e ferramentas online certamente trariam um bom desempenho e envolvimento dos alunos.
B - Concordo plenamente. Com a pesquisa, o docente poderá, por suas próprias conclusões e vivências em campo, decidir qual a melhor maneira para situações diversas que poderão aparecer.
C - O PIBID certamente está ajudando todos nós como futuros educadores. Abrindo nossas mentes, desmistificando várias coisas e abordando, certamente, temas muito relevantes quanto ao futuro de nossa educação. Já me sanou várias dúvidas sobre a profissão e aquela pulguinha atrás da orelha me perguntando "tu quer mesmo ser um professor?" está cada vez mais se calando.
Gostaria que todos os meus colegas pudessem usufruir dessa experiência...
a. O trabalho em equipe, segundo Nóvoa (2011), é um dos fatores que contribui para assegurar a aprendizagem e o desenvolvimento profissional docente. Além deste fator, que outros você mencionaria? Justifique.
ResponderExcluir- A comunicação social e a participação do docente no que tange aos acontecimentos públicos dentro da educação, porque é também a partir dessa participação e/ou manifestação nessas ações que o docente aprenderá mais sobre seu papel como educador, bem como estará ciente de tudo o que acontece e irá influenciar em sua rotina como tal.
- Mais prática voltada para a aprendizagem do aluno – onde o docente participaria de aulas assistidas e práticas dentro de sala de aula, aplicando técnicas de aprendizado dinâmicas para o aluno. Aprendendo através dessas atividades a ouvir o que eles têm a falar, motivando e orientando-os em busca de melhores decisões.
b. A pesquisa como caminho para a emancipação dos docentes. Você concorda (ou não) com esta assertiva? Comente.
Concordo, porque a partir do momento que você pesquisa sobre algo, quer seja em busca de maior conhecimento sobre o tema, quer seja em busca de melhorar o que já é bom, o docente começa a ter identidade própria (ou seja, será um diferencial em sua atividade) e falará com mais propriedade sobre o assunto abordado. Um docente com maior “desenvoltura” dentro do seu ramo, este realmente mudará a visão de muitos sobre o papel do educador dentro da educação.
c. Reflexões sistemáticas sobre a prática e a formação profissional são necessárias aos professores e futuros professores. Dê a sua opinião sobre o quanto e como o Pibid tem contribuído para que isso se efetive.
O PIBID contribui para que “Nós”, futuros docentes possamos refletir acerca do que seja realmente a prática do ensino, onde hoje não é apenas chegar na sala de aula e passar o conteúdo, mas sim instigarmos nos discentes a necessidade da visão crítica das coisas, as melhorias que o mundo precisa, dentre outros. O programa contribui para a troca de experiências, a retirada de dúvidas e sim através dessa oportunidade possamos ser profissionais melhores dos quais já tivemos (quer seja no nível médio ou superior) ou teremos.
a ) Novoa diz que é necessário a participação de movimentos pedagógicos onde se reúna profissionais de origens diversas com o intuito de promover a renovação do ensino. Além da preocupação com que será passado em sala de aula, é necessário ’ dedicar uma atenção especial às dimensões pessoais, trabalhando a capacidade de relação e de comunicação que define o tato pedagógico’. É fundamental que o professor não siga o modelo engessado que nós vemos em sala de aula e comecemos a adotar modelos que promovam a criticidade do aluno, a criatividade, o interesse em aprender.
ResponderExcluirb) Concordo! Ao pesquisar o professor abre os olhos para outros caminhos, adquire conhecimento e se dá a oportunidade de trabalhar com outras propostas em sala de aula. O crescimento a partir da pesquisa é continuo.
c) O PIBID está sendo uma experiência muito enriquecedora. É muito mais que aprendizado teórico, é pratica. Observar e poder discutir mutualmente com os professores é o que fomenta minha vontade de passar pela experiência da sala de aula.
Bolsista: Sofia Helena Bispo Santana
ResponderExcluira) Como muitos falaram acima é perceptível um comodismo por parte de alguns professores após a graduação e a ingressão no ensino público, acredito que em parte isso é advenha do desapontamento com relação ao descaso do governo para com a formação continuada do professor. Há um baixo índice no investimento da competência linguística-comunicativa do mesmo, os próprios livros voltados a formação do profissional pressupõem que os professores já adquiriram essa competência, deixando-os desestimulados. É evidente que o apoio das instituições governamentais tanto na estrutura da sala de aula, quanto no material didático fornecido seria um incentivo e um meio para que eles pudessem se desenvolver na sua área. Para além do papel do Estado, acredito que um dos fatores que podem desenvolver o profissional docente é ouvir seus alunos, digo isso porque tive alguns professores que eram irredutíveis quanto a sua metodologia em sala de aula. Entendo que cada um possui seu método, mas estar aberto a compreender seus alunos, ouvir o que eles têm a dizer a respeito do seu trabalho, da forma como sua aula impacta a vida de cada um deles é uma forma de se mostrar apto a mudança, ao desenvolvimento de si mesmo. A realização de uma autocrítica é parte fundamental do ser humano, e acredito que a aula só tende a ser melhorada.
b)Concordo completamente. Há um pensamento que corre nos corredores de universidades e escolas que pesquisador é aquele que vem da universidade, vem de cima, e não da base. Esse tipo de concepção cria um sentimento de dominância e submissão com o pesquisador que vem da universidade e o pesquisar (que não se conhece como tal) do ensino básico, por achar que a solução ou desenvolvimento vem sempre de cima. Depois de tomar conhecimento das diversas formas de realizar uma pesquisa dentro da sala de aula, de torna-la um meio de autorreflexão, de adquirir instrumentos para o desenvolvimento do próprio professor, vi que essa é uma forma de tomar as rédeas do seu processo e desenvolvimento pessoal, tanto ao entrar em contato com aquele aluno que vem pesquisar dentro da sua aula, quanto ao ponto de poder analisar minha própria sala de aula sem necessitar da universidade. A pesquisa onde ocorre a participação do próprio docente é capaz de aperfeiçoar ele mais profundamente do que aquela em que ele está alheio dos resultados e condicionamentos que envolve o estudo. A partir do momento que a análise trás conhecimento relevante para aqueles que fazem parte da pesquisa, ela está realmente atingindo seu objetivo.
c)Meu conhecimento acerca do mundo que envolve a educação e os agentes nela inseridos tem se expandido de forma significativa e até emocionante quando eu paro para pensar. Tenho tomado consciência da complexidade que é o ensino, do que é ser professor e a importância da construção de argumentos sólidos baseados em pesquisas e leituras sobre o tema. Um dos motivos que mais me deixou animada a respeito do PIBID foi o fato de saber que estaria aprendendo o máximo que podia a respeito do local em que estarei futuramente trabalhando, aprendendo sobre as teorias que regem uma aula, alimentando uma confiança para o meu futuro, e devo dizer que até agora estou me sentindo satisfeita e ansiosa para continuar a trilhar esse caminho.
Voluntária: Juliana Santana Matos Santos
ResponderExcluira.Eu diria que o constante interesse em aprender, a busca por novas ferramentas que fomentam o aprendizado constituem uma parte significativa dessa “evolução intelectual”. Além deste fator, reconhecer e estudar seus erros e acertos permite compreender o que funciona e o que não funciona na sua metodologia, tornando-a mais compreensível para os alunos.
B. Sim, uma vez que o docente se reconhece como autor de pesquisas com capacidade para tal, ele é capaz de identificar problemas, pesquisa-los e resolvê-los, enquanto a dependência de pesquisadores externos o torna refém de análises alheias que por vezes é ofensiva e de nada serve para o docente.
c. Até a inserção no PIBID, eu, e acredito que a maioria dos meus colegas, não tínhamos visto em sala de aula o que é ser professor na prática e o que o ensino de línguas estrangeiras significa na educação básica. As discussões que temos tido sobre a leitura de documentos que abrangem os assuntos previamente mencionados “guiados” pelas nossas professoras universitárias, ajuda-nos a repensarmos o papel do docente e a garantir que compreendamos os textos em sua plenitude.
Bolsista: Gabriel Ricardo Farias Silva
ResponderExcluirOlá, gente, tudo bem?
Como estudante de Licenciatura, acredito que por mais que a Universidade seja um mecanismo de produção de conhecimento significativo, a formação do profissional docente acontece dentro da sala de aula: forma-se a figura do professor com a relação deste com os alunos. Valorizar essa experiência que ocorre em sala é de grande valia, porque é através desta que o professor avalia e aperfeiçoa suas metodologias, por exemplo: Digamos que em uma turma A o aprendizado de inglês flui com mais facilidade utilizando atividades lúdicas como jogos, etc, porém a turma B se dá bem melhor com uma abordagem multimodal: com vídeos, imagens, etc. Cabe ao profissional, identificar essas especifidades de cada turma e entender os processos pelo qual os alunos passam para aprender uma nova língua. Além disso, há os cursos de formação continuada, a própria criatividade dos professores, o uso de tecnologias, a busca constante por conhecimento (que acaba fazendo parte da formação continuada), entre outros.
Sim, acredito que as pesquisas fomentam o aperfeiçoamento da prática docente, já que quando o professor está inserido nesses espaços, é possível aprofundar-se de conhecimento desta área e realizar uma formação emancipadora, partindo desse viés e já me propondo a responder a próxima pergunta aqui mesmo, me atento à importância de participar do programa (PIBID), justamente por contribuir com essa emancipação do docente. As discussões que tivemos, em reuniões, em plataformas digitais, as leituras e todo o tipo de interação com a experiência dos profissionais que já atuam em escolas do ensino básico são engrandecedor, todo esse contato com a prática docente que o programa me proporciona me faz ter certeza do tipo de profissional que desejo ser e me leva a fazer alguns questionamentos políticos que não fazia antes. Ser professor é uma profissão que envolve engajamento político, ainda mais nos tempos atuais, e o Pibid me mostra o caminho certo a seguir.
Bolsista: Maria Rafaela Gomes Santana
ResponderExcluira. Sabendo que cada aluno é diferente e possui um jeito único e diferente de aprender, cabe ao professor analisar sempre à todos eles para que assim sempre possa ministrar aulas que cative. O docente também deve observar a si mesmo, analisando seu trabalhando e buscando melhorar. Estudar nunca é demais e cabe a lente fazer o seu papel, de sempre estar aprendendo e transmitindo conhecimentos.
b. Concordo. A pesquisa é totalmente eficiente na contínua formação do docente. As pessoas estão em constante mudança e a sala de aula deve mudar e se moldar através disso. Mudanças só irão acontecer em salas de aulas daqueles que sabem que devem mudar. Partilho da ideia do nosso colega Rafael Filho.
c. O Pibid vem tendo bastante impacto na minha vida. Sempre gostei do trabalho do professor porém nunca tive certeza se era isso que eu queria para mim, mas através desse programa, minhas ideias vêm mudando. O pibid faz com a gente, discentes futuros docentes, possamos nos ver à frente daquele ambiente que somente participávamos como alunos. Os textos agregam bastante em minha vida, tudo que leio me faz refletir sobre a comunidade em que estamos e conforme vou aprendendo eu tenho cada vez mais vontade de compartilhar meus conhecimentos
A. Além do trabalho em equipe, penso que a reflexão permanente sobre a nossa trajetória como aluno nos ajuda a ter uma sensibilidade maior sobre como poderemos ser como educadores, concordando assim com meus colegas Deborah Gonçalves, Sandy Cristine e Thiago de Melo, que além desse fator trazem questões como estar sempre atento às novas metodologias de ensino e práticas pedagógicas, visando com isso um aprendizado permanente na área que escolhemos. Acredito que só conseguimos olhar para o outro com empatia a partir do momento que conseguimos olhar para nós mesmos, processo da autorreflexão. Como bem colocou Sofia Helena, o bom professor ouve seus alunos. O diálogo conosco, com nossos alunos e colegas de profissão nos permite repensar crenças existentes e recriar a partir disso, novas maneiras de aprender e se desenvolver como profissional docente.
ResponderExcluirB. A pesquisa não é o único caminho para a emancipação dos docentes, mas penso ser um caminho fundamental para quem nutre em si, a curiosidade de pesquisar, como bem colocou Lucas Natan. Nesse trecho, Nóvoa diz: “Sempre me espantei com o fato de haver tantos textos teóricos e metodológicos sobre ensino e Pedagogia e tão poucos descrevendo práticas concretas. Se queremos renovar a profissão e as estratégias de formação temos de dar visibilidade às práticas. Isso começa no período de estágio e continua por toda a vida.” Ser pesquisador é ser agente do seu processo de aprendizagem e ensino. Ao pesquisar nossa prática como aluno e professor poderemos com nosso trabalho torná-la mais visível e acessível para que outros possam se beneficiar e aprender a importância de ver acontecer na prática tantas metodologias.
C. Assim como a colega Silmara Cavalcante colocou, eu imaginava o PIBID como um estágio, acompanhando o professor em sala de aula, mas de fato, é muito mais. Mais do que nunca, podemos refletir sistematicamente sobre a prática e a formação profissional necessárias ao professor. Cada leitura, cada encontro, cada diálogo me permite aprender, crescer e desmistificar crenças que já haviam em mim. Sei que muitos alunos de licenciatura não têm a mesma oportunidade de participar desse projeto maravilhoso, por isso, só tenho a agradecer e permanecer capturando cada passo desse caminho.
BOLSISTA: THÁRCIO DANILO VIEIRA DA SILVA
ResponderExcluirA- Para mim, o trabalho em equipe tem uma função muito importante na formação docente, pois é quando vamos compartilhar experiências, metodologias, entender melhor como funciona a cabeça do outro, como lidar com diferenças, já que enquanto professores, lidaremos com isso todos os dias. É importante aprender com o outro, ouvir conselhos...
B- Acho que as pesquisas tem muita importância, em especial no período escolar, no ensino médio, o aluno vai começar a ter um direcionamento daquilo que ele quer fazer, onde ele acha que se enquadra melhor, que método ele vai ter pra alcançar isso, além de contribuir bastante para a comunidade acadêmica.
C- O PIBID, para mim, tem se mostrado mais do que um projeto onde vamos acompanhar professores em sala de aula, entender seu método e elaborar planos de aula baseados em como ele trabalha. Tem se mostrado muito mais um projeto com o papel de nos fazer entender a importância do docente no ambiente acadêmico, escolar, social, a nossa função de alimentar sonhos, de crescermos individual e coletivamente, buscar entender e melhorar as condições de ensino principalmente no ambiente da rede pública de ensino, onde mais se encontra precarização.
Docente: Mariana Virginia Santana Reis.
ResponderExcluira) Creio que um fator importante para a melhoria da aprendizagem é o uso de ferramentas digitais, como uma forma de ensino se tornando uma maneira criativa e prazerosa que englobe todos os tipos de alunos, saindo um pouco dos métodos tradicionais.
b) Concordo, pois com a pesquisa o docente é capaz de adquirir conhecimento, pesquisando e analisando, se tornando importante para a formação.
c) O pibid vem se tornando muito mais que um projeto, algo muito importante para mim como futura discente e para minha formação, me fazendo está mais preparada para o futuro na sala de aula. Creio que com as discussões, reuniões e o tempo na sala de aula me farão pensar mais sobre os métodos e como adapta-los para minha realidade.
Bolsista: Gabriela Silva dos Anjos Santos.
ResponderExcluirA. O trabalho em equipe é essencial, já que podem surgir várias ideias que individualmente, provavelmente não surgiriam.
Além disso é necessário que o profissional mantenha-se atualizado sobre as "novas práticas de ensino", entende-se por novas metodologias de ensino, visando alcançar a maior quantidade de estilo de alunos, pois já sabemos que cada aluno aprende de uma maneira diferente e isso faria com que a turma ficasse mais uniformizada em relação a aprendizagem do conteúdo dado pelo professor.
B. Sim, eu concordo muito! Acredito que com a pesquisa o docente pode ter acesso ao saber teórico e ao saber prático ao mesmo tempo e com esse conhecimento tentar fazer a aplicação de um método que funcione melhor para os alunos na sala de aula.
C. O PIBID é uma maneira excelente de mostrar ao aluno, que está na primeira metade do curso, o ambiente de trabalho que ele terá. É uma forma de aproximar o aluno de sua futura profissão. Ter essa experiência no início do curso têm uma imensa importância, pois é uma forma do aluno perceber se ele está realmente no curso certo e se ele se identifica com a carreira que irá seguir.